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Ter derrotado seus objetivos de crescimento de assinantes não foi o único motivo para a Netflix comemorar um final bem sucedido em seu ano fiscal. Contrariamente ao trade-off frequentemente observado entre crescimento e lucro, a empresa de streaming conseguiu crescer significativamente sem perder de vista a linha de fundo em 2017. Tendo gerado receita de US $ 11,7 bilhões, a Netflix registrou um lucro recorde de US $ 559 milhões nos últimos 12 meses , batendo facilmente o seu recorde anterior a partir de 2014, conforme nosso gráfico ilustra.

Reza a lenda que tudo começou quando Hastings ficou inconformado de ter que pagar 40 dólares de multa em uma locadora por devolver um filme atrasado – a história é falsa, mas situações desse tipo eram bem comuns na época e explicam bem o sucesso da Netflix no futuro, o que será contado direto a seguir. O primeiro CEO foi Randolph, que queria porque queria um modelo de entregas pela internet e eles pensaram em comercializar fitas VHS, mas isso era caro e frágil. Eles resolvem então testar o DVD, um formato de mídia em disco que estava começando nos Estados Unidos. O serviço começa a funcionar em abril de 1998 de uma forma peculiar:  você acessava o site, encomendava filmes por lá e os DVDs eram entregues em sua casa. Terminou de assistir e acabou o prazo? O funcionário passa de novo na sua porta, pega os filmes e já pode deixar os próximos. O pagamento era feito por título locado.

 

Streaming

A transmissão contínua[1][2][3][4][5][6][7][8][9][10][11], também conhecida por fluxo de média (português europeu) ou fluxo de mídia (português brasileiro) (bem como pelo anglicismostreaming) é uma forma de distribuição digital, em oposição à descarga de dados[12] A difusão de dados, geralmente em uma rede através de pacotes, é frequentemente utilizada para distribuir conteúdo multimídia através da Internet. Nesta forma, as informações não são armazenadas pelo usuário em seu próprio computador. Assim não é ocupado espaço no disco rígido (HD), para a posterior reprodução[13] — a não ser o arquivamento temporário no cache do sistema ou que o usuário ativamente faça a gravação dos dados. O fluxo dos dados é recebido e a mídia é reproduzida à medida que chega ao usuário, dependendo da largura de banda seja suficiente para reproduzir os conteúdos, se não for o suficiente ocorrerá interrupções na reprodução do arquivo, por problema no buffer.

Isso permite que um usuário reproduza conteúdos protegidos por direitos de autor, na Internet, sem a violação desses direitos, similar ao rádio ou televisão aberta diferentemente do que ocorreria no caso do download do conteúdo, onde há o armazenamento da mídia no HD configurando-se uma cópia ilegal. A informação pode ser transmitida em diversas plataformas, como na forma Multicast IP ou Broadcast. Exemplos de serviços como esse são a Netflix e o Spotify.

No Brasil, o Superior Tribunal de Justiça decidiu que essa modalidade de distribuição de dados é fato gerador para cobrança, pelo ECAD, relativamente à exploração econômica do titular do direito autoral. Neste sentido: "A transmissão de músicas por meio da rede mundial de computadores mediante o emprego da tecnologia streaming (webcasting e simulcasting) demanda autorização prévia e expressa pelo titular dos direitos de autor e caracteriza fato gerador de cobrança pelo ECAD relativa à exploração econômica desses direitos".[14]

Em janeiro de 2017, os DVDs e Blu-rays deixaram de ser o meio mais lucrativo para distribuição de mídia no Reino Unido, sendo ultrapassados pelo download digital e streaming.[15][16]

Streaming Media

Atualmente, com o advento de tecnologias como o ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line), a Internet via cabo, rádioWiMAX e fibra ótica, permitem novos serviços na Internet, como o vídeo sob demanda (on demand). Também é possível assistir a vídeos em streaming via smartphones por meio de aplicativos próprio exigindo um conexão de dados ou através do wifi. É uma tecnologia que tem possibilitado a muitas pessoas, em todo o mundo, terem acesso a diversos tipos de conteúdos de diferentes países a um custo relativamente baixo, geralmente o usuário paga uma taxa fixa para ter o serviço disponível 24 horas por dia, sete vezes por semana dando a ele uma maior liberdade e flexibilidade de horário, não ficando preso aos horários do conteúdo transmitido pela televisão. Esse é um dos principais fatores para a enorme popularidade desse tipo de serviço. Essa tecnologia está inserida na computação em nuvem (em inglês, cloud computing) pois os dados de mídias transmitidos para o usuário ficam armazenados em servidores (Servers), computadores que possuem uma enorme capacidade de armazenamento de dados e estão conectados a internet de alta velocidade que permite a transmissão de arquivos de melhor qualidade mesmo para locais muito distantes.

Tecnologia

A distribuição de dados pode ser feita de várias formas, seguindo a estrutura:

  • Protocolos: como os dados serão transmitidos e a estrutura de distribuição;

  • Formatos de arquivos: o formato do mídia a ser distribuído.

O streaming só é possível graças às diferentes peças de software que comunicam em diversos níveis, ou mais recentemente o ROLAND VR-5, dispositivo AV Mixer & Recorder.

  • Player: O software que permite que os usuários reproduzam os arquivos multimídia;

  • Servidores: O distribuidor e seu software que distribuem os conteúdos para os usuários, utilizando um protocolo definido.

Os protocolos Internet empregados na distribuição de arquivos de streaming — o UDP e RTSP — realizam a distribuição entre um servidor de streaming e um player com muito mais qualidade. Esta qualidade é alcançada graças a arquitetura que prioriza a distribuição em fluxos contínuos. Quando TCP e HTTP são usados e encontram uma falha em entregar um pacote de dados, eles tentam repetidamente enviar aquele pacote de dados até que este seja entregue com sucesso. UDP continua a enviar os dados mesmo se ocorrer perda dos mesmos, o que permite uma experiência em tempo real, que é uma das principais características do streaming.

Protocolos

 

Formatos de arquivos

Formatos de descrição

  • session description protocol (SDP)

    • Protocolo de Descrição de Sessão (SDP)

  • Synchronized Multimedia Integration Language (SMIL)

    • Linguagem de Integração Sincronizada de Multimídia (SMIL) é uma aplicação simples para a criação e apresentação de rich media ou "multimídia" (áudio/vídeo). Saiba mais sobre este padrão XML usado frequentemente para recursos de animação em outras linguagens.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Google, a quantidade média de horas que o brasileiro passa assistindo à vídeos por streaming semanalmente cresceu 90,1% em três anos. Isso quer dizer que, em 2014, a média por semana era de 8,1 horas e, em 2017, passou para 15,4 horas. Em comparação, o consumo de conteúdo na TV aberta e fechada saiu de 21,9 horas semanais para 22,6.

Essa mesma pesquisa ainda descobriu que a parcela da população que fica menos tempo consumindo vídeo costuma preferir plataformas online em detrimento da televisão comum. Fora isso, 83% dos entrevistados afirmaram que assistem a vídeos online pelo menos uma vez por mês e 99% deles usa o YouTube eventualmente.

 

Outra estatística interessante descoberta pela Google é essa: 83% dos brasileiros afirmaram preferir assistir a vídeo na internet por ser possível encontrar coisas não disponíveis na TV.

Quando ligados à televisão, aberta ou por assinatura, 87% dos entrevistados afirmaram que ficam sempre conectados à internet simultaneamente. Para assistir vídeos on-line, a maioria absoluta (84%) usa um smartphone e 57% preferem este tipo de aparelho para tal.

Mas o que pode ser mais impactante para o mercado de telecomunicações é a falta de interesse na TV por assinatura. Entre aqueles que não usam TV a cabo, a maioria (74%) não tem a intenção de fazer uma assinatura. Ou seja, a não ser que esse setor mude drasticamente, estará fadado ao encolhimento nos próximos anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre as opções online para assistir a vídeos, o YouTube é encarado por 63% da população conectada à internet como um substituto da TV aberta. Fora isso, 42% dos entrevistados afirmaram que a plataforma da Google é a sua favorita na web para esse tipo de conteúdo. Depois do YouTube, temos WhatsApp (20%), Netflix (15%), Facebook (8%), TV Paga (7%), TV Aberta (6%) e Instagram (1%).

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